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	<title>Igreja Baptista de Almada &#187; Jecascópio</title>
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	<description>Alargando o círculo</description>
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		<title>Ética da Sociedade vs Ética Moral</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queridos irmãos, foi-me solicitado, através de uma jovem pertencente à JECA, o privilégio de poder escrever para esta edição do Jecascópio. Sendo esta a primeira vez que o faço, desejo que entendam, da melhor forma, que a minha intenção não é ensinar, mas sim corresponder à necessidade; que é fazer deste pequeno jornal, uma lúcida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos irmãos, foi-me solicitado, através de uma jovem pertencente à JECA, o privilégio de poder escrever para esta edição do Jecascópio. Sendo esta a primeira vez que o faço, desejo que entendam, da melhor forma, que a minha intenção não é ensinar, mas sim corresponder à necessidade; que é fazer deste pequeno jornal, uma lúcida realidade daquilo que esta igreja pretende – “A Fé em Jesus Cristo”.<br />
Proponho-me então a escrever aquilo que tenho aprendido nestes tempos aqui na igreja, escolhendo como tema A Ética, relacionando-a com a sociedade em que todos estamos inseridos e a Ética Moral Religiosa.</p>
<p>I Parte – Definição da Ética e onde se insere</p>
<p>Partindo do princípio que a Ética é um conjunto de normas e leis que orientam o comportamento e a vivência do ser humano na sociedade, teremos que conjugar dois factores: a ética na sociedade e a ética no ensino religioso.<br />
O ser humano, desde os tempos mais remotos, sentiu necessidade de inserir no seu quotidiano um conjunto de normas e leis que o permitissem viver de uma forma coerente e prática uns com os outros. Contudo, estes princípios têm sofrido continuas alterações através do tempo.<br />
Se tivermos em conta a maneira como os primeiros reinados faziam prevalecer as suas leis, através da força e do poder (por vezes classificados como bárbaros), podemos constatar que o actual mundo, baseado essencialmente e maioritariamente na democracia é “à primeira vista” muito diferente.</p>
<p>II Parte – Relação e diferenças entre a ética religiosa e a ética na sociedade</p>
<p>Na ética religiosa existem diversas leis e normas que se adaptam a diferentes crenças. Por isso, vou citar aqui a ética do Cristianismo – que é somente aquela em que a nossa igreja construiu o seu sólido alicerce.<br />
Foi a partir do momento em que Deus decidiu tirar o povo de Israel da escravidão na terra do Egipto, que se instituiu a primeira lei. Após ter retirado, através da Sua Omnipotente mão, o povo de Israel da dura servidão a que estavam sujeitos, Deus apresenta-se ao seu povo (Êx 20:3-17). Contudo, algumas dessas leis não foram interpretadas da melhor maneira. É com o aparecimento de Jesus e com as suas consequentes obras e pregações que algumas leis, que até ali mal assimiladas e praticadas, foram esclarecidas. O que causou consternação a alguns escribas e sábios da época (Mt 12:9-13), o que fez com que guardassem rancor a Jesus e o acusassem de blasfémia.<br />
Na sociedade dos nossos dias, verificamos que cada Estado ou País faz reger as suas leis conforme o regime político que vigora. Nos Estados, maioritariamente, compostos pela democracia existe uma constituição que dita as leis que todo o cidadão deve praticar e cumprir. Contudo, essas leis são revistas e alteradas por entidades competentes, assim que entendam necessidade para tal.</p>
<p>Consequências após violar as Leis</p>
<p>Apos o momento em que o individuo dentro da sociedade decide violar a lei, ou seja, desrespeitá-la, fica sujeito a penas que sejam aplicadas pelas autoridades destinadas. Quer isto dizer que o indivíduo sujeita-se a ser acusado e a sofrer as consequentes penas. Poderá ser autuado, preso ou mesmo condenado à morte (como em alguns países).<br />
No aspecto religioso, neste caso, no Cristianismo, verifica-se que muitas vezes são desrespeitadas as leis instituídas por Deus. Este acto denomina-se por pecado. Desde a criação da terra, que o Homem tem desobedecido a Deus (Gén 3). Podemos dizer que o pecado é a interrupção da relação do ser humanos com Deus e com os outros irmãos na fé e que o único salário, ou seja, consequência é a morte (Rom 6:23). Para quem não conhece o Evangelho, esta afirmação “o salário do pecado é a morte”, suscita muitas dúvidas. Mas para nós cristão, que depositamos a nossa esperança na salvação por Jesus Cristo e na prometida Vida Eterna, este termo é esclarecido e desde logo sabemos que se refere à morte eterna.</p>
<p>III Parte – Problemas da Ética (para reflectir)</p>
<p>Podemos constatar que existem muitas leis sociais relacionadas com os princípios religiosos, mas também existem algumas normas que em nada se podem assemelhar aos princípios morais religiosos.<br />
Quando no início deste artigo falei sobre como os antigos reinados faziam prevalecer as suas leis, utilizando a força de maneira muito cruel, referia-me também à democracia (que é praticada actualmente pela maior parte dos países) que “à primeira vista é muito diferente”. “Primeira vista”, porquê? Há pouco tempo ouvi uma notícia na rádio que me deixou a reflectir e que se tratava do seguinte: uma associação contra a fome (F.U.A.) realizou um estudo sobre a fome e concluiu que a cada ano que passa há mais de cinco milhões de famintos na Terra e, portanto, necessitavam de uma verba para tentar suprimir, a curto prazo, parte desta dura realidade. Após uma reunião, esta instituição deixou um apelo aos países capitalistas que fazem parte da ONU, para que estes se disponibilizassem a contribuir para angariar fundos monetários. Depois de ouvir esta notícia, pensei logo na guerra e no seguinte: talvez os países capitalistas chegassem mais depressa a um acordo para disponibilizar meios para o flagelo da guerra do que contribuírem para suprimir, a curto prazo, a causa da fome… afinal, a causa da fome é a guerra e os interesses políticos.<br />
Reflecti neste assunto e lembrei-me de uns excertos que li à pouco e que são da autoria de Fernanda Esteves, na sua obra Dança da Reflexão: “os seres caminham sobre os raios de sol […] na espera de ver gestos que organizem um mundo diferente; em que o ser humano entre os seres humanos deixe de ser tão pouco […] humanos afirmando ser, negam o ser, esquecendo que para ser é preciso todos os dias renascer…!”.</p>
<p>(falta texto)</p>
<p>Ricardo Pereira</p>
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		<title>Falar com Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 22:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim que nos perguntam o que é a oração? Imediatamente respondemos «falar com Deus!», mas será apenas esta a definição que conseguimos encontrar para definir algo que muda a nossa vida enquanto servos de Deus?
Falar significa e implica comunicar, exprimir, declarar, praticar, pronunciar, anunciar, contar… estes são apenas alguns dos sinónimos que utilizamos quando falamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim que nos perguntam o que é a oração? Imediatamente respondemos «falar com Deus!», mas será apenas esta a definição que conseguimos encontrar para definir algo que muda a nossa vida enquanto servos de Deus?</p>
<p>Falar significa e implica comunicar, exprimir, declarar, praticar, pronunciar, anunciar, contar… estes são apenas alguns dos sinónimos que utilizamos quando falamos com alguém. E quando oramos, passa-se a mesma coisa. Quando oramos, proferimos o Seu nome, e em nome de Jesus dizemos Ámen (assim seja). Quando oramos, exprimimos as nossas alegrias, as nossas tristezas, os nossos medos, as nossas vitórias, os nossos altos e baixos e até mesmo as nossas ansiedades&#8230; Quando oramos, declaramos que Jesus Cristo morreu por nós, para que possamos viver uma vida longe do pecado. Através da oração pronunciamos, anunciamos e contamos aquilo que Deus fez nas nossas vidas e aquilo que ainda pode fazer. E através de tudo isto ainda temos o privilégio de praticarmos a vontade de Deus, praticamos o amor de Deus, unirmo-nos aos nossos irmãos, termos uma vida de mãos dadas com o nosso Deus. E termos o grande privilégio de nos arrependermos dos nossos pecados, através de uma conversa sincera e movida pelo Espírito Santo.<br />
A oração é algo fundamental na vida daquele que quer fazer a vontade de Deus. Sem oração, não conseguimos realizar nada de bom aos olhos de Deus. A oração é uma ponte que nos liga ao nosso Deus. Como podemos dizer que a nossa vida espiritual está bem de saúde, se a nossa vida não é uma vida de oração, uma vida de fé, uma vida disposta a mover montanhas?<br />
Com tudo isto, começo a pensar que poder afinal acreditamos que a oração pode ter na vida do crente? Acreditamos nós que a oração tem poder para transformar vidas? Acreditamos nós que é através da oração que nos podemos afastar das coisas que nos tornam impuros? Acreditamos nós que o reconhecimento do pecado leva à oração?<br />
Afinal, o que estamos nós dispostos a realizar este mês, cujo tema se refere à oração? Teremos nós a vontade de ter uma vida cuja base é a oração? Estaremos nós dispostos a abdicar do nosso tempo, oferecendo-o a Deus? Neste mês de Janeiro, qual é a nossa disponibilidade para Deus? Iremos nós fazer tudo da mesma maneira, que fizemos em anos atrás? Será que é aquilo que temos para oferecer ao nosso bom DEUS?<br />
Com este artigo queria que reflectissem sobre o verdadeiro significado que, para vocês, a oração tem. E queria que aceitassem o desafio de viver em plenitude orando, como Deus quer que façamos. É lógico que a oração implica também uma série de atitudes. Quando oramos, Deus trabalha! Mas é nosso dever fazer a nossa parte. Por exemplo, se eu estou continuamente a orar para que Deus traga os seus familiares a igreja, mas não deconstro que a minha vida é rodeada de maior de Deus, será isso suficiente? Se pelo continuamente por um emprego e fico sentada no sofá à espera que ele caia do céu, será que é isto que Deus quer? É certo que Deus providencia, mas quanto oramos não podemos estar à espera que Deus nos faça a papinha toda, que nos dê de comer, que nos lave a boca, que nos adormeça… caso contrário, seremos sempre “crentes bebés”.<br />
Oração implica trabalho, compromisso, atitude e perseverança. O desafio que nos deixo é sermos santos e buscarmos cada vez mais a santidade. E quando oramos, meus irmãos, não nos esqueçamos de fazer a nossa parte, porque afinal Deus não é nosso criado!<br />
Que seja a nossa oração em nome de Jesus Cristo, Ámen.</p>
<p>Marta Alcobia</p>
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		<title>Até onde somos capazes de ir?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 22:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certo dia, um homem caminhava pela sua pacata rua, pensando o que iria fazer nesse dia.
Era um daqueles dias chuvosos, deprimentes, que nos dão vontade de ficar em casa, sós, sentados a olhar para o vazio que existe à nossa volta. Era um homem só, muitas vezes desanimado com ele mesmo, sem ter (muitas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certo dia, um homem caminhava pela sua pacata rua, pensando o que iria fazer nesse dia.<br />
Era um daqueles dias chuvosos, deprimentes, que nos dão vontade de ficar em casa, sós, sentados a olhar para o vazio que existe à nossa volta. Era um homem só, muitas vezes desanimado com ele mesmo, sem ter (muitas das vezes) rédeas… à sua volta, naquela rua isolada, só existiam árvores secas, todas encolhidas como se estivessem despidas, a sentir o frio no seu casco. E ali andava ele, só. Ao longe viu um vulto, alguém que, como ele, caminhava só na vida. Quanto mais andava, mais aquele vulto se tornava maior.<br />
Não conseguia distingui-lo… estava muito vento e ele não conseguia olhar com nitidez aquele ponto negro, longínquo, que se tornava agora uma missão, ser alcançado. As ideias vagueavam dentro da sua mente. Já não eram sobre si mas sobre umas possíveis respostas a uma única duvida, o ponto negro. A força do vento era cada vez maior, começou a chover cada vez mais forte e as forças já lhe faltavam. Abrigou-se. O quente do seu abrigo relaxou todos os seus músculos. Ele sentia-se bem, quente, protegido. Mas não desistia de chegar àquele ponto. Era indefinível, a sua forma. Algo difícil de explicar…. A forma… poderia ser tudo o que a sua imaginação lhe configurasse. O temporal estava difícil de ser encarado. Sentou-se a um canto e descansou. Adormeceu. Esquecera-se do seu estimulo de aventura, aquele ponto indefinível, ao longe do seu horizonte.<br />
Depois de um bom período de descanso, ele acordou. A chuva parava, de tempo a tempo… decidiu sair do seu abrigo. Algumas pessoas já circulavam pelas ruas. Ele não sabia onde estava. Procurou ajuda. Para onde iria ele? O ponto negro… desaparecera. Perdera de vista o seu verdadeiro alvo, no meio daquela tempestade. Tomou o seu caminho e continuou a sua caminhada. De novo só, de novo pensativo sobre o vazio profundo de agonia existente na sua vida.</p>
<p>Muitas vezes somos assim. Estamos no meio de uma grande tempestade, sozinhos, sem quem nos possa apoiar e lutamos por algo que só nós conseguimos ver “no fim do túnel”. Perdemos todas as nossas forças e escondemo-nos num abrigo só nosso. Ficamos lá, à espera que as coisas mudem e sentimo-nos bem porque não estamos a fazer mais nada do que esperar.<br />
A luta que tivemos até então, por um alvo que se encontra para além de uma grande tempestade, deixa de ser importante quanto o problema somos nós mesmos!&#8230; e adormecemos.<br />
Esse alvo desaparece.<br />
O caminho para a salvação não é fácil. Estamos muitas vezes sozinhos, no meio de um caminho difícil de atravessar, mas com muita vontade de chegar até deus e ai sim nos protegermos. Mas na maioria das vezes optamos por “adormecer” no meio da luta… e perdemos tudo.</p>
<p>Carla Rodrigues</p>
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		<title>Ao Príncipe dos Reis</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2004 22:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jecascópio]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mas que verso, mas que prosa
Poderei eu dedicar-te, Senhor?
Se tu és a essência, és pura poesia
És o retrato vivo do Amor
E qual o lírio e qual rosa
Poderei eu oferecer-te, Senhor?
Se tu és a semente da vida
És deste mundo sumo redentor
Porém, estou aqui, meu bom Jesus
Para testemunhar tão divina graça
E para poder receber a Tua Luz
Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mas que verso, mas que prosa<br />
Poderei eu dedicar-te, Senhor?<br />
Se tu és a essência, és pura poesia<br />
És o retrato vivo do Amor</p>
<p>E qual o lírio e qual rosa<br />
Poderei eu oferecer-te, Senhor?<br />
Se tu és a semente da vida<br />
És deste mundo sumo redentor</p>
<p>Porém, estou aqui, meu bom Jesus<br />
Para testemunhar tão divina graça<br />
E para poder receber a Tua Luz<br />
Que já no meu ser trespassa</p>
<p>Aqui me tens, meu Altíssimo Senhor<br />
Não só para Teu nome adorar<br />
Mas também para declarar com fervor<br />
Que só com Amor, ao Pai poderei chegar</p>
<p>Oh Senhor,<br />
És a minha eterna esperança<br />
És o meu mestre, és o meu Guia<br />
És tudo aquilo que possuo e quero<br />
És o meu consolo seja noite, seja dia</p>
<p>Senhor,<br />
Aceita deste teu humilde servo<br />
Estes simples versos, esta simples flor<br />
Que sejam como simples gestos<br />
De quem procura paz,<br />
De quem procura Amor…</p>
<p>Ricardo Pereira</p>
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		<title>Fama ou Amor no trabalho de Deus?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2003 22:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jecascópio]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria, em primeiro lugar, que pensassem a sério nesta pergunta: Fama ou Amor no trabalho de Deus? E que se auto analisassem e reflectissem, quantas vezes fazemos certos trabalhos na igreja para agradar o Pastor, para as outras pessoas acharem que somos crentes exemplares, para ficarmos com os louros de algo que era suposto termos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queria, em primeiro lugar, que pensassem a sério nesta pergunta: Fama ou Amor no trabalho de Deus? E que se auto analisassem e reflectissem, quantas vezes fazemos certos trabalhos na igreja para agradar o Pastor, para as outras pessoas acharem que somos crentes exemplares, para ficarmos com os louros de algo que era suposto termos feito de coração para Deus…<br />
Eu própria tenho que confessar que muitas foram as vezes em que fiquei chateada no final do culto ou da reunião de jovens, por não me darem os parabéns pelo trabalho que eu achava que tinha realizado tão bem.<br />
Afinal, fazemos os trabalhos na igreja para quem? Para agradar a quem?<br />
O que fazemos quando nos são a oportunidade de trabalhar para Deus? Oramos, pedimos a Deus que nos oriente?! Não, pois não?! A primeira coisa é refilarmos e dizermos que não temos tempo, que existem pessoas mais capacitadas para o fazer, que não temos esse dom… ou então, realizamos o trabalho todo, mas no final queremos um forte aplauso, um elogio ou algo que nos faça sentir na ribalta! Quando vejo isto ou faço aquilo que acabei de descrever, sinto-me triste. Agora consigo imaginar como Deus se sente!<br />
Deus enviou o seu único filho. Jesus, enquanto andou na Terra, ele não procurou fama, prazeres ou dinheiro. Ele apenas se preocupou em fazer o trabalho de Deus, ele apenas procurou demonstrar que amava o Pai. Ele não se preocupou se as pessoas o achavam bom, especial. Ele não se reocupou se as pessoas falavam mal dele, se não o respeitavam… ele apenas se preocupou em fazer a vontade do Pai!!! E, o facto de ele ter vontade de fazer o que Deus lhe ordenou, não foi por que ele era divino, porque ele era Jesus… foi “apenas” porque ele amava a Deus sobre todas as coisas. Foi porque ele pensava em Deus antes de fazer qualquer coisa!<br />
Com este artigo queria que pensassem na vossa condição enquanto filhos de Deus e naquilo que poderiam fazer para amarem o trabalho de Deus, para quererem a aprovação de Deus naquilo que fazem; e não termos como principal objectivo o elogio fugaz daquela pessoa.<br />
Deus escolheu-nos para O servirmos, vamos também escolher a melhor parte – fazer o trabalho de Deus com dedicação, amor e carinho, para alcançarmos corações movidos pelo Espírito Santo. Ámen.</p>
<p>Marta Alcobia</p>
]]></content:encoded>
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